Resgatando a criatividade

 
Apesar de muitas pessoas não acreditarem que já nascemos criativos é a mais pura verdade, mas a maioria perde isso com o tempo devido a qualidade da educação que recebeu quando criança.

Nossa imaginação na infância é surpreendentemente fértil e nada óbvia, mas quando vamos crescendo aprendemos a ser mais concretos em nossas respostas, mas com isso vamos perdendo a capacidade de imaginação.

Mas podemos resgatar novamente nossa criatividade exercitando-a.

- Aqui vai algumas dicas:
Anote todas as suas idéias pelo menos uma vez ao dia em um bloquinho, blog ou até mesmo num diário; seja curioso e observador, principalmente com relação a crianças e idosos; não seja preconceituoso com o novo; tenha problemas e goste dele, isso pode soar até engraçado, mas com eles você terá que ter criatividade para resolvê-los; não tenha medo; dê vida a seus projetos, artes, idéias; não use drogas, pois isso te deixa com o raciocínio muito lento, além de fazer mal para sua saúde; tenha seus momentos de lazer para viajar, adquirir mais conhecimento, ler, navegar, criar; trabalhe com o que você ama para que com isso seu trabalho se torne também uma diversão, mas trabalhe duro e por fim seja bem humorado.

Trazendo para sua vida aos poucos todos esses procedimentos básicos você poderá resgatar sua criatividade e ser muito mais bem sucedido em vários setores de sua vida.

Caso você tenha também outras dicas, deixe seu comentário ou escreva para filoesofia@filoesofia.com

Felicidades!!!

Comentários (2)

Claudio Hess5 de abril de 2009 as 21:19

veja o livro Dialogando com o artista interior, de Betty Edwards.
ensina a desenhar e liberar o lado direito do cérebro.

filoesofia3 de junho de 2009 as 22:54

Ótima dica Cláudio e para quem não sabe Edwards usou as descobertas de pesquisas sobre o cérebro, que mostram que os hemisférios cerebrais tem funções diferentes. Ela propõe exercícios que tentam mostrar a habilidade criativa do lado direito do cérebro, oposto às habilidades analíticas e lógicas do lado esquerdo do cérebro. Alguns consideram que essa base teórica tem elementos pseudo-científicos.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Betty_Edwards

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