Vampiros
O que podemos falar sobre estas envolventes criaturas da noite que tanto nos seduz?
O que são eles?
Como surgiram?
E porquê são intitulados muitas vezes zumbis, demônios, ou ainda, atormentados?
Bom, não é fácil dizer ao certo o que são e se realmente existiram ou existem, no entanto não podemos negar a presença desta criatura em diversas lendas que fazem parte da história de alguns países, como por exemplo – em primeiríssimo lugar- a famosa Transilvânia, lar do inesquecível Conde Drácula (ou ainda Vlad Tepes IV), que na verdade realmente existiu e que até hoje gera questionamentos sobre suas condutas sombrias e misteriosas cometidas em meados de 1470, enfim, essa região pertencente a Romênia; e ainda, parte da Thecoslováquia, são pontos do globo de inegável referência vampiresca.
No geral, estas criaturas são vistas como monstros chupadores de sangue, mas há muito que se analisar, pois os vampiros, se pararmos para pensar, podem também se tratar de metáforas, na visão de alguns autores como: Anne Rice, Bran Stocker e mais recentemente Sthefenie Meyer que mostram que há muito além da mordida que os vampiros representam; os pensamentos que divagam em suas mentes; o porque de terem se tornado o que são e o que pretendem com a nova “vida” ou morte como alguns preferem dizer.
A questão é que cada conto, cada história e cada reflexão feita por cada um dos autores, nos traz a mente outra imagem dos vampiros, talvez uma imagem mais sedutora, ainda mais intrigante ou por fim simplesmente triste e atormentada.
Autores e seus discípulos
(Tom Cruise e Brad Pitt, em “Entrevista com o Vampiro”)
Uma das interpretações que mais chama atenção e envolve é da escritora Anne Ricce, que descreve com tanta veracidade os fatos e descreve os “sentimentos” dos vampiros com tanta intensidade, que é como se eles realmente existissem.
Vale a pena conferir tal precisão em “Pandora”, uma das famosas “Crônicas Vampirescas” da autora, na verdade vale a pena todas as obras dela. Quem nunca assistiu o “Entrevista com o vampiro”, que na verdade é um livro da autora que virou o filme tão famoso?
Quem anda arrastando uma legião de fãs é Sthefenie Meyer com a saga de “Crepúsculo”, que chega ao fim em seu último livro “Amanhecer”. O que torna Edward Cullen (protagonista da saga criado pela autora) tão irresistível? Talvez o rosto, a fala ou o mistério? O fato dele ser vampiro quase fica em segundo plano, pois Edward é tão humano quanto qualquer outro, diferentemente de Anne Rice que diz que o único prazer de seus personagens é quando estão se alimentando, ou seja, matando. Sthefenie Meyer mostra o mais puro e mais verdadeiro dos sentimentos no amor de Edward por Isabella.
(Cena do filme Crepúsculo de Sthefenie Meyer)
O mesmo faz Bran Stocker ao contar a história de Vlad Tepes e Nina, seu eterno amor, pelo qual ele se torna imortal, vivendo através dos séculos para poder reencontrá-la. Sendo o sangue, o plano de fundo para que o reencontro ocorra.
Estes três exemplos são apenas alguns na grande infinidade de teorias e contos de vampiros que existem no mundo, citados aqui por sua maior repercussão.
(Cena do filme Drácula de Bran Stocker)
Elizabeth Bathory
Por trás destes contos, e como foi visto de até belas históias de amor envolvendo vampiros, poucas pessoas conhecem algumas histórias sanguinárias que retratam a violência cometida por algumas pessoas que realmente podem ser denominadas vampiros.
Dentre elas a mais conhecida é de Elizabeth Bathory, a jovem condessa que matou e torturou várias mulheres para se banhar em seu sangue, que segundo a mesma, a tornaria mais jovem (daí a imortalidade).
A condessa relata suas atividades vampirescas em um diário, onde conta com detalhes todas as barbaridades que cometia, quase ao certo no ano de 1575; ocasião também quando se casou com o Conde Ferenc Nadasdy, homem também absolutamente repulsivo que não só apoiava as atitudes de sua esposa como também a ensinava métodos de tortura para utilizar em suas criadas.
Porém, em 1610 começaram investigações contra a condessa, onde foram encontradas diversas provas inclusive uma cela construída nos porões do castelo a pedido de Elizabeth a um ferreiro, e em 07 de janeiro de 1611 o diário da mesma foi apresentado como prova irrefutável de seus crimes, perfazendo um total de 650 vítimas. A condessa foi presa e condenada.
O mais curioso na história de Elizabeth é que o lado húngaro dos antepassados de Drácula podem ter relação com o clan Bathory, ou seja, a condessa e Vlad Tepes seriam parentes. Não se sabe ao certo, mas há uma linha tênue que indica tal afirmação.
(Elizabeth Bathory
imagem tirada do site losenigmas.com.ar)







Muito bom esse post.
Nunca havia me interessado pela história de Conde Drácula e agora sou mais um pesquisando sobre Vlad Ţepeş (http://en.wikipedia.org/wiki/Vlad_Tepes).
Não gosto da imagem de vampiros românticos como alguns autores retratam, no começo da “vida” até acredito que alguns tentem não perder seu lado humano, mas com o passar do tempo, tudo o que o vampiro conhece vira pó, então ele conhece novas pessoas, cosias e lugares e novamente essas coisas viram pó. A imortalidade não parece ser muito agradável olhando assim, resta a eles a fome ou a morte. Mas é claro que a fome não os transforma em cruéis assassinos, vampiros conscientes podem se alimentar sem “secar” a vitima.
Um outro ponto que gosto sobre vampiros são as teorias de seu surgimento. A que mais gosto é sobre Caim.
Gênesis 4:10-15
E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão clama da terra a mim.
És agora, pois, maldito por sobre a terra, cuja boca se abriu para receber de tuas mãos o sangue de teu irmão.
Quando lavrares o solo, não te dará ele a sua força; serás fugitivo e errante pela terra.
Então, disse Caim ao SENHOR: É tamanho o meu castigo, que já não posso suportá-lo.
Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua presença hei de esconder-me; serei fugitivo e errante pela terra; quem comigo se encontrar me matará.
O SENHOR, porém, lhe disse: Assim, qualquer que matar a Caim será vingado sete vezes. E pôs o SENHOR um sinal em Caim para que o não ferisse de morte quem quer que o encontrasse.
Muito conhecem a bíblia, mas quantos já pensaram sobre o fato de Deus ter amaldiçoado Caim com a imortalidade?
Segundo lendas, Caim encontrou Lilith, que apresentou a ele o poder do sangue, que poderia ser considerado a “árvore da vida”. Essa união criou vários mitos sobre vampiros pelo mundo.
Talvez nunca saberemos a verdade sobre vampiros, mas como qualquer outra lenda, o importante é alimentar nossa imaginação.
Realmente existe uma “interpretação” de que Caim tenha sido o primeiro vampiro por ter sido privado de morrer, mas devemos enfatizar que o livro de Nod que é onde encontramos tal interpretação é um livro ficticio e suplemento para o RPG “Vampiro: A Máscara”. O livro narra o que seria a verdadeira origem dos vampiros, e pode ser considerada a lendária “bíblia vampírica”.
Mas como disse nosso amigo acima, como qualquer outra lenda o que conta é a imaginação ou até mesmo interpretação de cada um sobre o assunto.
Realmente segundo “interpretações” da Blíbia, Caim pode ter sido o primeiro vampiro por ter sido privado por Deus de morrer, mas devemos considerar que o livro de Nod que é onde encontramos tal interpretação é um livro ficticio e um suplemento para o RPG “Vampiro: A Máscara”. O livro narra o que seria a verdadeira origem dos vampiros, e pode ser considerada a lendária “bíblia vampírica”.
Portanto concordo com a conclusão do nosso amigo acima, como qualquer outra lenda ( uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos) tudo dependerá de nossa imaginação e acrescentando de nossa interpretação.
O “Livro de Node”, conhecido livro da White Wolf, tem seu nome baseado na Terra de Node, citada em Gênesis 4:16, que é colocada como a “Terra do Exílio”.
A lenda de Cain ter sido não é citada apenas em livros de RPG, com uma rápida pesquisa no Google é possível encontrar referências em livros, sites, estudos, etc.
E reforço, o que vale, é nossa imaginação.
Acrescentando… imaginação e interpretação!
gente por mais que vcs não acreditem,mas eu vou dier eu era normal como qual quer pessoa mas uma certa noite,eu sai pra ar uma volta e vi um vult ao me lado e a eu acordi em casa,isso e normal,mas,quando fui á escola era um dia ensolarao e eu cmecei a senti dores logo qu eu sai e chegando na escola uma pessoame perguntou se tinha algo errado comigo fui ao banheiro e me olhei no espelho eu tinha outracr nos olhos,tinha vontade de morder as pessoas,meus caninos haviam crecido,e eu nunca podia sair nosol,nuca dormia etc … foi qando conheci uma pessoa (vampiro) queme explicou que eu tinhasido mordida.e hojeeu confirmo que existem vampiros por queeu su uma.
Eu sou filho do Frankstein e feliz páscoa.
Esse final de semana assisti duas vezes seguidas o filme: “Crespúsculo” e me apaixonei pela forma que Sthefenie Meyer retratou os vampiros (quase humanos, sem aqueles ridículos dentes caninos, capas pretas e capazes de amar além de suas necessidades fisiológicas).
Sinceramente se não fosse um mito eu gostaria realmente de ser Bella nos braços do bonzinho Edward que selou com um beijo a vontade de Bella se eternizar como ele ao invés de uma mordida para que seu sangue fosse transfomado, pois ele odiava ser um “monstro”.
A sedução passada é intensa, é como um cordeiro na boca de um leão e esse leão tendo todas as possibilidades de eternizar o seu amor não o fez.
O amor retratado nesse filme é o amor que qualquer mulher gostaria de receber, pois ele se controla para que sua amada não seja envenenada e a proteje de forma encantandora.
Simplesmente lindo… indico e aprovo, aprovo e aprovo!!!
*.*
Assisti Crepúsculo de novo!!! =p
Não consigo parar de pensar no amor de Bella e Edward ♥
tipo se VC drica é uma vampira eu preciso falar com vc pessoalmente..essa historia sua naumesta bem contada,na minha opiniao,se quer saber acredito em vampiro,acredito em crepusculo…e eu so queria conhecre um vampiro,sem riscos dele me morder apesar da minha vontade imensa de me tornar uma mais acredito q naumconseguiria viver sem o sol…entao DRICA aparece(meu e-mail é:rafale_rayane@hotmail.com)EU SO QUERIA TER O PRAZER DE OLHAR PARA VC E PERCEBER REALMENTE SE VC É UMA VAMPIRA…
RAFAELE RAYANE
Não sei se realmente vampiros existem… Gostaria muito de ter esta resposta! Saber principalmente as diferenças entre humanos e vampiros além da sua dieta. Todas as histórioas parecem sempre com um jogo de RPG. Tálves não estejamos preparados para saber a verdade. Mas mesmo assim não gostaria de continuar na ignorância.
Sofyha
“A diferença básica dos vampiros nos filmes, livros e no RPG, ao meu parecer, se você parar pra pensar, são as formas como são descritos os sentimentos e o que lhes dão prazer.
Como disse no texto, cada autor relata da maneira que acredita ser a mais próxima do que seria um ser humano nas condições de um vampiro (ou seja, a vida eterna; a perda de tudo o que mais preza sempre devido a imortalidade; a constante mudança, ou melhor, viagens que devem ser feitas para a não explicação do envelhecimento; o alimento que agora o mantém, enfim, tudo).
Cada autor sempre com sua peculiaridade, uns discorrem sobre ainda existência do amor e algum sentimento q seja em seus corações gelados; outros o revelam como uma máquina de matar que só tem prazer quando se alimenta, as vezes tendo forte ligação com outro(s) vampiro(s) e até algum sentimento que sempre é vencido pela fome, ou a sede de sangue; e ainda simplesmente como um monstro deformado, uma aberração que caminha sobre a terra sem a menor explicação de sua existência.
Como citei, para minha convicção, o que chega mais próximo dessa “realidade” é a forma de vampiro descrita por Anne Rice, de um ser errante, angustiado, q vaga pela terra hora se apaixonando, hora suntuoso e elegante (até demais, em certos livros ela se liga muito no estilo dos vampiros), um exemplo é o mais famoso deles, LESTAT DE LIONCOURT, o famoso burguês que foi transformado em vampiro em meados de 1760, e que está sempre acompanhado de seu violino (um autêntico Stradivarius) um de seus muitos luxos, passando o longo de sua jornada questionando Deus e todas as questões que envolvem seu destino, passando muitas vezes de fera selvagem a amante obsessivo, colecionando em sua eterna ida: paixões e desafetos.
O RPG, também retrata de várias maneiras o vampiro, mas às vezes é retratada de uma forma confusa, ou seja, é um jogo, não tem uma definição, ou melhor, um padrão exato, cada jogo retrata de uma forma, hora como monstro, hora como amaldiçoado guerreiro, enfim, é simplesmente um jogo.”
Espero ter colaborado para um maior entendimento quanto ao assunto.
Eu acredito na existência dos vampiros, eu já gostava muito de filmes de vampiros a passei a gostar mais ainda depois que vi o filme entrevista com um vampiro de Anne Rice eu fiquei adimirada com a forma que ela fala deles principalmente se tratando do lado sentimental ñ dessa coisa de amor e sim dos outros sentimentos humanos que os presonagens sentem, do crepúsculo eu tbm gostei mas eu achei meio “inacreditável” demais, talvez seja pq eu ñ acredito em amor.