Sistemas de Governo e seus furos
Olá galera, aqui é o Andróide Paranóico quem vos fala.
Como prometido vim aqui falar um pouco sobre sistemas de governo e seus furos, primeiro vou falar um pouco do anarquismo e dizer o motivo pelo qual digo que o anarquismo é sem a menor sombra de dúvidas a melhor forma de se governar um país.
Primeiro vamos “desmistificar” o nome.
Quem nunca ouviu da mãe a seguinte frase? – “ muleque essa porr* ta uma anarquia!”
Na verdade anarquia quer dizer falta de coerção ( quando alguém te obriga a fazer algo a força é coerção), e não faltam ordens, nimguém pode mandar em você. Sem regras, sem ter um idiota pra te mandar fazer algo que você não queira. Você sabe que não pode matar um cara, então não faz isso. É bem simples de se entender, sem regras, sem essa “historiazinha” do que pode e do que não pode, não fazendo mal a ninguém então “de boa”.
Já no socialismo todo mundo é igual? Um cara pode “trampar”, sei lá, lavando privada ou sendo um rockstar hiper famoso que vai receber o mesmo tanto?
Meu , essa história é bem ridícula.
Temos o comunismo também, é quase parecido com o socialismo, tem gente burra que acha que os dois são sinônimos ¬¬. Mais é o seguinte:
Muitas vezes o socialismo e o comunismo são empregadas erroneamente como sinônimos, porém, na concepção original de Karl Marx, elas seriam duas etapas diferentes do processo revolucionário que deveria acabar com as estruturas capitalistas.É comum também o erro de que, na primeira fase – o socialismo, haveria necessidade de existência de um Estado controlado pelo proletariado para organizar o funcionamento da sociedade. A próxima fase seria o comunismo, na qual o Estado passaria a ser desnecessário e seria extinto, sendo substituído por livres associações de produtores, e cada pessoa seria remunerada de acordo com suas necessidades, sendo que o cosumismo e a acumulação de dinheiro não existiriam. Isto está apenas parcialmente correto. A verdadeira diferença entre a primeira fase da sociedade comunista e a segunda, como Marx explica em “Crítica ao programa de Gotha”, não tem relação com o Estado, mas com a forma de produção e distribuição. Durante o socialismo como a sociedade acaba de sair do capitalismo, e portanto de uma guerra civil, o homem ainda estaria moralmente vinculado a sociedade precedente e, por isso, ainda traria em si os estigmas e valores da velha sociedade, e como a produção não era abundante o suficiente para atender todas as necessidades sociais ela deveria ser distribuida segundo o trabalho. No livro Marx propõe que houvesse um fundo social, destinado a obras públicas, investimentos, atendimento das necessidades básicas e etc… E um fundo individual, destinado ao trabalhador. Para o primeiro o trabalhador trabalharia para a sociedade, que lhe cobraria uma certa quantidade de horas de trabalho, e o segundo, para si. A quantidade de horas que o trabalhador produziu para o fundo individual seria trocada por uma quantidade equivalente de horas de trabalho socialmente necessário em outros produtos.
Fonte: (confesso tirei da wikipédia, mas era mais fácil, para a galera entender)






